sexta-feira, 23 de março de 2012

Chico Anysio morre aos 80 anos

Comediante estava internado em hospital no Rio de Janeiro.
Ele começou no rádio, fez sucesso na TV e atuou em filmes.

Do G1, no Rio

Morreu às 14h52 desta sexta-feira (23), aos 80 anos, o humorista Chico Anysio. Segundo nota divulgada pelo Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, onde ele estava internado havia três meses, o humorista morreu após uma parada cardiorrespiratória, causada por falência múltipla dos órgãos, decorrente de choque séptico causado por infecção pulmonar. Ao longo de seus 65 anos de carreira, o cearense Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro (abaixo, nesta reportagem, relembre sua trajetória). Ele deixa oito filhos e completaria 81 anos no dia 12 de abril.
O corpo de Chico Anysio será velado no Theatro Municial, no Centro do Rio. O velório será aberto ao público a partir das 12h. No domingo (24), ele será cremado no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. O horário da cerimônia ainda não foi definido. O governador do estado do Ceará, Cid Gomes, decretou luto oficial no Estado, por 3 dias, por causa da morte do humorista Chico Anysio.
Anysio apresentou uma piora nas funções respiratórias e renal na quarta-feira (21) e voltou a respirar com ajuda de aparelhos durante todo o dia. Ele estava no CTI do hospital carioca desde 22 de dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação. Ele seguia em sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas a antibióticos.
O ator também foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.

No final de 2010, ele foi levado ao mesmo hospital com falta de ar. Após uma obstrução da artéria coronariana ser encontrada, passou por uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias. Após 110 dias, teve alta em março do ano passado.

Com fortes dores nas costas, o humorista foi novamente internado em novembro. Ficou no hospital durante cinco dias, para receber medicação intravenosa devido a problema antigo nas vértebras que provocava dor. No fim de novembro, teve febre e os médicos descobriram uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. No começo de dezembro, retornou ao hospital com infecção urinária e ficou internado por 22 dias. Um dia depois, voltou ao Hospital Samaritano.

Nos momentos mais críticos, quando esteve no hospital entre dezembro de 2010 e março de 2011, Chico necessitou da ajuda de aparelhos para respirar e se comunicava com médicos e familiares por meio de mímica. Durante o período pós-operatório, houve o diagnóstico de um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).

Durante o período de internação, que alternou momentos no CTI e em unidades intermediárias, Chico Anysio apresentou quadros de pneumonia e passou por sucessivas broncoscopias. As infecções foram tratadas com uso de antibióticos.
Antes, em agosto de 2010, o humorista precisou ser internado para a retirada de parte do intestino grosso após ser constatado um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Em maio de 2009, outra pneumonia o levou ao hospital.
O bordão mais famoso do Professor Raimundo era repetido por Chico Anysio no fim do programa: 'e o salário, ó' (Foto: CGCom/TV Globo) 
O personagem mais famoso de Anysio foi o Professor Raimundo (Foto: CGCom/TV Globo)

Rádio e TV
Foi na Rádio Guanabara, ainda nos anos 50, que os seus tipos cômicos começaram a surgir. Até o “talento para imitar vozes”, como o proprio Chico descreveria em seu site, evoluir para a televisão. A estreia aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.
“Até tinha uma coisa de sentar para criar, mas uns nasceram pela voz, outros pelo tipo, pela personalidade, pela caracterização. Sempre fiz questão de que eles fossem encontrados sem que eu estivesse presente. Que alguém dissesse: "'Na minha terra, tem um Pantaleão. No Rio tem muito Azambuja’”, explicou o humorista ao “Estado de S. Paulo”, em 2009.

Num tempo em que ainda não existiam contratos de exclusividade, Chico pôde fazer participações especiais em programas de outras emissoras e em chanchadas da Atlântida.
O “Chico Anysio Show”, seu primeiro programa de humor, foi lançado no início da década de 60. Foi ao ar pela TV Rio, depois pela Excelsior e em 1982 voltou a ser exibido pela Rede Globo — onde o humorista já trabalhava desde 1969.
A cantora Elza Soares e Chico Anysio durante show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado) 
A cantora Elza Soares e Chico Anysio durante show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado)

Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990) e "Escolinha do professor Raimundo".

Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

Com o passar dos anos, novos tipos eram criados e incorporados ao programa: o funcionário da TV Globo Bozó, que tentava impressionar as mulheres por conta de sua condição; o mulherengo e bonachão Nazareno, sempre de olho nas serviçais; o político corrupto Justo Veríssimo; e o pai de santo baiano e preguiçoso Painho são alguns dos mais populares.

Apresentada como quadro em outros programas desde a década de 1980, a “Escolinha do Professor Raimundo” tornou-se uma atração independente em 1990. No ar até 2002, o humorístico lançou toda uma geração de comediantes. Entre os “alunos” revelados pelo “professor Chico” estão Claudia Rodrigues, Tom Cavalcante e Claudia Gimenez.

Chico também atuou em novelas e especiais da Globo, como “Pé na jaca” (2007), “Sinhá Moça” (2006), “Guerra e paz” (2008) e “A diarista” (2004). Chico Anysio também teve um quadro fixo no Fantástico por 17 anos (de 1974 a 1991), e supervisionou a criação no programa “Os Trapalhões” no início dos anos 90.
Chico Anysio (na cadeira de rodas) exibe o prêmio especial do júri junto com a equipe do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga' (Foto: Alexandre Durão/G1) 
Chico exibe prêmio do Festival do Rio com a equipe do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga', em 2011 (Foto: Alexandre Durão/G1)
Cinema
A incursão mais recente de Chico Anysio no cinema foi como dublador. É dele a voz do protagonista da animação “Up - Altas aventuras", animação do estúdio Pixar. Antes disso, o humorista fez uma participação especial no recordista de bilheteria “Se eu fosse você 2” (2008), de Daniel Filho. “Nos créditos finais fiz questão de colocar ‘senhor Francisco Anysio’. Ele é um astro, merece ser tratado com toda reverência”, explicou o diretor em entrevista ao G1 durante o lançamento do longa.

Em 1996, o humorista interpretou o personagem Zé Esteves, pai da personagem-título, em “Tieta”, de Cacá Diegues. O trabalho coincidiu com o aniversário de 25 anos da estréia de Chicono cinema, na pornochanchada "O doce esporte do sexo". Antes havia participado de comédias como "Mulheres à vista" e "Cacareco vem aí".

Em 2011, em sua última aparição pública, recebeu o prêmio especial do Júri do Festival do Rio pelo seu desempenho no longa “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.
"O filme é importantíssimo, a obra é linda. Vinícius realizou algo quase inacreditável. É um filme que, tenho certeza, Sergio Leone assinaria com alegria", destacou o bem humorado Chico, que fez questão de receber o Troféu Redentor pessoalmente, mesmo de cadeira de rodas.
Literatura e artes plásticas
Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade.
“Porque teria tido mais tempo para aprender, para melhorar. Teria mais tempo para me tornar conhecido e aceito, para vender meus quadros por um preço melhor. Cheguei a admitir que a pintura seria meu emprego da velhice, mas não vai ser, porque ninguém está comprando nada de obra de arte, e pintar para guardar é terrível”, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”, em 2007. Foi autor de 21 livros, tendo publicado vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da vaca", "O telefone amarelo" e "O enterro do anão". Sua última publicação foi “O canalha”, lançada em 2000.
“É a história do cara que participou de todos os governos, desde Eurico Gaspar Dutra até o primeiro mandato de Fernando Henrique. Foi ele o responsável por todas as canalhices que ocorreram de lá para cá, como dar um revólver de presente a Getúlio Vargas”, explicaria o escritor Chico Anysio em entrevista à revista “Época”, no mesmo ano.
Outra de suas obras de destaque na literatura é o bem humorado manual “Como segurar seu casamento”, também de 2000. Na época, advertiu os leitores: “Não dou conselhos, transmito os erros que cometi e foram cometidos em cinco casamentos. Conviver é a arte de conceder. Essa troca de concessões gera a convivência harmônica”, comentou.
Chico Anysio em 2009, depois de conceder entrevista em seu apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro (Foto: Aline Massuca/AE) 
Chico Anysio em 2009, depois de entrevista em seu apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio (Foto: Aline Massuca/AE)
Carreira esportiva
Caçula de oito irmãos, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. A cidade constantemente era citada de forma saudosa pelo humorista – seu personagem mais popular, o Professor Raymundo, era de lá.
“Maranguape, cidade de que tanto falo, representa uma grande saudade. Foi um pequeno paraíso, o Éden da minha infância durante gloriosos anos. Foi lá que aprendi a ler sozinho”, escreveu o humorista em seu site oficial.

Aos 7 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos.
Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na primeira que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Apesar da tentativa de se tornar um galã de radionovelas, sua veia humorística se destacava desde o início. “A rádio Guanabara descobriu meu jeito para imitar vozes. Neste dia perdi minha chance de ser um Tarcísio Meira”, contou o comediante em seu site. Foi assim que começou a compor os mais de 70 tipos cômicos que marcariam sua carreira.
O humorista cercado pelos filhos, Nizo Neto (esquerda) e Bruno Mazzeo, no lançamento do DVD Chico Especial, em 2007 (Foto: TV Globo) 
Chico sorri com os filhos Nizo Neto (esq.) e Bruno Mazzeo, no lançamento do DVD 'Chico Especial', em 2007 (Foto: TV Globo)
Casamentos e filhos
O primeiro de seus casamentos foi aos 22 anos, com a atriz Nancy Wanderley. Depois foi a vez de Rose Rondelli. Sobre a união com a cantora e ex-frenética Regina Chaves, dizia mal se lembrar. Já com Alcione Mazzeo, rompeu a relação por conta de um ensaio nu. Mas foi seu matrimônio com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello — com quem teve dois filhos — que provocou mais polêmica. "Passou a ser uma pessoa de meu desagrado total. Fui um biombo para ela”, disse Chico à revista “Isto É”, em outubro de 2000.

Antes, porém, teve seis filhos, entre eles os atores Lug de Paula (famoso por interpretar o Seu Boneco, da “Escolinha do Professor Raimundo”), Nizo Neto (o Seu Ptolomeu, do mesmo programa, também dublador) Bruno Mazzeo (ator e roteirista). Chico também era tio do ator Marcos Palmeira, filho do cineasta Zelito Vianna, irmão do humorista; e da atriz Maria Maya, filha de Cininha de Paula, sobrinha do humorista.

Em novembro de 2009 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área. Da vida, dizia levar apenas um arrependimento: “Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos.”
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Santo Antônio/RN: Corpo é encontrado no Riacho dos Macacos

Foi encontrado morto, provavelmente pela madrugada, no Riacho dos Macacos, próximo ao local onde há alguns anos um jovem foi encontrado morto afogado, Cláudio Henrique Gomes da Silva, também conhecido por Kaká de Nita ou Kaká Cigano. Kaká foi alvejado por cerca de dois tiros e ainda sofreu uma facada nas costa. Policiais do GTO já se encontram no local. Logo nas primeiras horas da manhã já havia uma quantia considerável de pessoas. Os policiais estão aguardando a chegada do ITEP.

Segundo comentários de populares, os Heronildes teriam envolvimento na morte de Kaká pois recentemente ambos trocaram tiros na baixada em disputa por pontos de tráfico de drogas. No local do crime, estava algemado o "galeguinho dos heronildes", um jovem menor que é conhecido na cidade pela prática de furtos.

Ainda segundo informações de populares, nesta mesma madrugada houve uma tentativa de homicídio no Sítio Capim Açu contra uma pessoa de nome Juliano. Segundo populares, dois homens chegaram de moto na casa dele e o alvejaram com dois tiros. Juliano encontra-se internado na UTI em Natal/RN.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Charge Legal – Vasco Eterno Vice

NOVA RASPADINHA: Se você raspar e aparecer o Vasco com faixa de campeão no peito, pode trocar por um sonho na padaria mais próxima.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Avião da Igreja Universal avaliado em US$ 20 milhões é retido pela Receita Federal

A Receita Federal apreendeu ontem uma aeronave do tipo Citation X em Viracopos. Consta que o avião de mais de US$ 20 milhões pertence a filial da Igreja Universal, de Edir Macedo, na Argentina. Procurada, a assessoria da igreja não foi encontrada para comentar o ocorrido. A informação é de Sonia Racy, colunista de O Estado de São Paulo.
Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal em São Paulo denunciou o bispo Edir Macedo Bezerra, chefe religioso da Igreja Universal do Reino de Deus, por montar, com mais três dirigentes da igreja: o ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, e a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa, uma quadrilha para lavar dinheiro da IURD, remetido ilegalmente do Brasil para os Estados Unidos por meio de uma casa de câmbio paulista, entre 1999 e 2005.

fonte: blog do cardoso silva

ABC conquista vantagem na decisão

A sina do América continua contra o ABC. Desde a chegada de Leandro Campos ao comando do alvinegro, foram oito clássicos, com sete vitórias abecedistas e um empate. Um desses triunfos foi na noite desta quinta-feira, em jogo válido pela primeira partida da decisão do primeiro turno do estadual. Mesmo jogando fora de casa, no estádio de Goianinha, o time de Ponta Negra venceu o alvirrubro por 1x0, com gol do zagueiro estreante Alison, aos 36 minutos do primeiro tempo e agora depende apenas de um empate no confronto de domingo, no Frasqueirão, para ser campeão. Se a equipe americana vencer por um gol de diferença, a decisão vai para os pênaltis. Qualquer outro resultado a favor dos rubros, a taça vai para a equipe do Tirol.

O primeiro tempo foi todo da equipe do América. A equipe comandada por Flávio Araújo entrou em campo decidida a marcar logo no início. A marcação pressão fazia com que o ABC não conseguisse sair do seu campo de defesa. Aos dois minutos Júnior Xuxa roubou a bola no meio campo e lançou Isac, que invadiu a área mas chutou por cima do gol de Camilo. Aos 12 minutos Soares dominou n entrada da área e chutou forte, quase acertando o ângulo do gol abecedista. Em seguida, o mesmo Soares invadiu a área e chutou rasteiro, para a grande defesa de Camilo. Até a metade do primeiro tempo, o ABC só saia no lançamento direto da zaga para o ataque, enquanto o América jogava pelas laterias, principalmente com Wálber. O primeiro lance de perigo do ABC aconteceu apenas aos 30 minutos, quando Washington dominou na entrada da área e tocou para Jérson, que chutou forte para a grande defesa de Fabiano. Mas, aos 36 minutos o goleiro americano não conseguiu evitar o gol alvinegro. Raul cobrou falta da esquerda e Alison subiu mais que a zaga americana para desviar e abrir o placar. Logo em seguida, falta para o América. Jairo cobrou com força, a bola desviou na zaga do ABC, e Camilo, no reflexo, fez a defesa. A bola ainda bateu no travessão antes de sair.

No segundo tempo, o ABC voltou disposto a segurar a partida, marcando forte no meio campo e tentando sair no contra-ataque. O jogo caiu tecnicamente. Enquanto o América insistia em jogar pelo meio com Jairo e Júnior Xuxa, o ABC aposta em Adriano Pardal, para assustar a defesa do América. A única chance de gol foi com André Beleza, com um chute aos 43 minutos, que Camilo fez grande defesa.

"Conseguimos um grande resultado, mas que não define nada. Temos que descansar e buscar um resultado positivo, domingo, para evitar os pênaltis e conquistar o título", disse o volante Bileu, do ABC.

" Criamos muito mais chances e não conseguimos marcar. Agora é buscar o resultado no Frasqueirão", afirmou Flávio Araújo, técnico do América.

"Jogo com um grau de dificuldade muito grande, o América uma equipe muito certinha no aspecto tático. Penso que a somatória geral foi um jogo igual com oportunidades iguais para as duas equipes por mais que o América tivesse tido um maior volume de jogo, mas nos contra-ataques nós tivemos condições inclusive de ampliar o placar. No geral o ABC talvez não tenha sido melhor, mas o ABC foi mais competente porque fez o gol e não tomou. Demos um grande passo na busca do título do turno mas precisamos entender que o segundo jogo vai ser o grande jogo", disse Leandro Campos.

Tranquilidade imperou entre os torcedores

O clima de tranquilidade antecedeu a entrada dos torcedores de América e ABC para o clássico decisivo do primeiro turno do Campeonato Estadual. Primeiro, três torcedores dos dois times distribuíram parte de dois mil panfletos da "Blitz da Paz", no posto da Polícia Rodoviária Federal, na BR-101 a altura da entrada para a Lagoa do Bonfim, com a torcida que se deslocava para Goianinha em automóveis particulares ou em ônibus com torcidas organizadas.

"A gente não faz parte de nenhuma torcida organizada e pedimos o apoio a PRF para fazer a campanha", disse Daniel Morais, que é torcedor do América e estava acompanhado de outro torcedor americano, Augusto Varela e do torcedor do ABC, Roberto Barbosa, conhecido no seio da torcida alvinegra como "Bora Porra".

Alguns contratempos na entrada do estádio Nazarenão apenas para os idosos, que não ingressos de meia nas bilheterias, como José Cordeiro, que veio com outros quatro companheiros no próprio automóvel: "Já vim três vezes aqui e comprei ingresso na hora", lamentava ele, que não comorou ingresso antecipado em Natal: "O presidente Alex Padang disse que podia vir, que tinha ingresso, mas fui pego de surpresa". A venda no estádio foi proibida pelo Ministério Público.

José Cordeiro não quis comprar ingresso inteiro a R$ 40,00, mas cambistas como Cícero Felipe, que veio de Natal, estava vendendo ingresso pela metade do valor "pra evitar um prejuízo maior". Para i cambista, a boia dos ingressos foi em decorrência da ausência da torcida do ABC.

A gente deu garantia aos torcedores e acredito que o mesmo esquema pode ser feito com relação aos jogos da serie "B", a exemplo do que foi na serie "C", com o próprio América, em 2011: "O probleminha que houve contra o Payssandu serviu de lição para que em outros eventos como esse de ABC x América houvesse precaução".

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Redenção - Carnaval 2012

 10º ano do bloco carnavalesco o CÔCO É SECO do Distrito de Redenção 
      A festa começou no sexta com o zé pereira , no sábado teve a participação do DJ Victor e Nivaldo show animando a galera, no domingo o tradicional jogo das kengas e logo após o jogo saindo nas ruas de Redenção encerrando com o desfile da mais bela kenga 2012, onde teve a participação das seguintes kengas e com a seguinte classificação 7º Tieta (Santo Antônio), 6º Bandida (Passagem), 5º Janete (Redenção), 4º Griselda (Redenção), 3º Margarete Menezes ( Redenção), 2º Ioco Queima (Santo Antônio), !º Tereza Cristina (Redenção) dos sete participantes seis receberam troféus e os três primeiros brindes.  
      O evento contou com a presença do povão da comunidade local e também de Passagem e Santo Antônio que estava sendo representada pelo chefe de gabinete Aldy Acciole, o vereador Dedé Camilo, Mônica Felix, Josimar Custódio e os amigos do bloco "Os dominados".

 


 





Ate o chefe de gabinete se redeu ous encantos de pricila



A turma dos dominados de santo antonio - RN